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PREFEITURA DE TAUBATÉ EXIBE DOCUMENTÁRIOS EM COMEMORAÇÃO AO CENTENÁRIO DA SEMANA DE ARTE MODERNA DE 1922

 

A Prefeitura de Taubaté, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, exibe no dia 30 de junho, quinta-feira, os documentários “1922, o ano que não terminou” e “Candido Botelho, a voz apaixonada do Brasil”, em comemoração ao centenário da Semana de Arte Moderna de 1922.

As exibições acontecem no Teatro Metrópole, às 20h e serão gratuitas. Os ingressos para assistir os filmes devem ser retirados a partir de 19h na portaria do Teatro.

A Semana de Arte Moderna de 1922 foi o evento artístico-cultural que marcou o começo do Modernismo no Brasil e representou a virada de chave na sociedade brasileira, que viu a possibilidade de falar sobre si, tanto no campo artístico como no social e político. Aconteceu no Theatro Municipal de São Paulo entre os dias 13 a 18 de fevereiro de 1922, reunindo diversas apresentações de dança, música, recital de poesias, exposição de obras – pintura e escultura – e palestras.

O Teatro Metrópole fica na Rua Duque de Caxias, 312, Centro de Taubaté.

 

1922, O ANO QUE NÃO TERMINOU

O filme documentário conta com depoimento inédito da historiadora e escritora Cândida Arruda Botelho, com 35 livros publicados, entre poesia, romance, contos e memória brasileira, além dos depoimentos de Instrutores e Professores de Artes Plásticas do Centro Cultural Municipal Toninho Mendes.

A obra também apresenta a famosa polêmica entre o escritor Monteiro Lobato e a pintora Anita Malfatti, o que gerou muitos comentários na época, devido as opiniões de Lobato sobre o “modernismo”.

Com apresentação e narração do ator Jefferson Mascarenhas, o documentário também conta com a participação de Lucas Monteiro, Alexia Annes, Luana Dias, Junior Vaccari, Rafael Prando, Caíque Raposo, Paulo Santos, Max Renan Barrozo entre outros, que resgatam a história dos modernistas: Tarsila do Amaral, Anita Malfatti, Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Manuel Bandeira, Heitor Villa Lobos.

 

CÂNDIDO BOTELHO, A VOZ APAIXONADA DO BRASIL

O documentário resgata a memória do esquecido cantor Cândido Botelho, um ícone da Música Brasileira. A obra traz a história e apresenta às novas gerações a genialidade de um dos maiores cantores do Brasil, que foi o primeiro a apresentar a música Aquarela do Brasil e um dos intérpretes preferidos de Villa Lobos. Botelho teve fortes ligações com o modernismo brasileiro por suas relações com os artistas modernistas.

Através de depoimentos emocionantes da Historiadora e Pesquisadora Cândida de Arruda Botelho, sobrinha do cantor, o filme apresenta cenas de simulações, recriando cenários e ambientações do período em que o cantor viveu, como o Cassino da Urca, Rádio Mayrink Veiga, com a interpretação do ator Lucas Monteiro, que recria e da vida a momentos importantes da vida profissional de Cândido Botelho.

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